Conquer – Curso de Alta Performance

Fui convidado a ser instrutor da Escola Conquer, que utiliza metodologia do Vale do Silício para acelerar pessoas em suas First Layer Skills.

No curso de Alta Performance a Conquer traz uma metodologia hands-on de produtividade. Os alunos aprenderam como otimizar seu tempo, como ser mais organizado, disciplinado e ter mais foco. Além disso, aprenderam a desenvolver hábitos de alta performance e a utilizar ferramentas e técnicas que ajudam à saga de ser mais produtivo. Tudo isso voltado para que os alunos ganhem mais tempo no seu dia ao se tornar tornar um profissional mais ágil e avançar mais rapidamente rumo aos seus objetivos profissionais.

Turma do Curso de Alta Performance (Julho/Julho 2019)
Workshop de Alta Performance (Agosto / 2019) – Brooder
Turma do Curso de Alta Performance (Setembro/Outubro 2019)
Workshop de Produtividade (Dezembro/ 2019) – ISH Tecnologia
Turma do Curso de Alta Performance (Janeiro/2020)

Metodologia de Produtividade GSD: Get Shit Done

 Confira os módulos do Curso de Alta Performance

Módulo 1
Gestão eficaz do tempo
 Produtividade na era da informação
 O método ágil para gerenciamento de atividades
 Mindset: transformando seu potencial de execução
 Hábitos de alta performance

Módulo 2
Propósito e produtividade
 A cultura do Vale do Silício
 Técnicas de priorização e framework para tomada de decisões
 Hard focus: como manter o foco e eliminar distrações
 MPV: mínimo progresso viável

Módulo 3
 OKR: definindo metas como o Google
 Hasta la vista procrastinação
 Pensamento ágil
 Hacks de aprendizagem
 Tecnologias para hackear o dia a dia

Módulo 4
Equipes de alta performance
 Givers and takers
 Vulnerabilidade x confiança
 Conflitos construtivos

Módulo 5
 Mindfullness e a ciência do foco
 Biohacking: tornando seu corpo produtivo
 Disciplina e foco para executar em alta performance
 Habit hacks: o processo ágil de construção de hábitos produtivos
 Hiperprodutividade

Desafio final: Aprendendo na prática com escalada
Desafio final: Aprendendo na prática com escalada

Módulo 6
Desafio final

Preparado para dar um boost na sua carreira? Então confira a agenda completa clicando aqui.

Smart Goals: Definindo metas inteligentes

 “Metade do dinheiro que gasto em propaganda é desperdiçado, o problema é que eu não sei qual metade”. John Wanamaker

Quando lemos a clássica frase do empresário americano John Wanamaker (uma das primeiras lojas de departamento do mundo, a John Wanamaker & Co.), sempre lembramos que sombra que atormenta o mercado: a nuvem obscura do retorno de investimento sobre os investimentos publicitários. 

Do outro lado do mundo, o matemático e físico britânico (Lord Kelvin) inventava o zero absoluto em escala termométrica, permitindo uma maior simplicidade ao analisar a relação das expressões matemática com as grandezas termodinâmicas, demonstrando que para medir o sucesso ou o fracesso de algo, era preciso mensurar.

 “O que não se pode mensurar não pode ser melhorado”. William Thompson

Assim como resoluções de ano novo ou sonhos que não saem do papel por serem bem generalistas acabam por desestimular o seu alcance. Por isso, a definição de uma meta/objetivo precisa ser lapidada para que possa ser analisada, mensurada e por fim, validada.

Então como definir metas inteligentes? Para facilitar o trabalho de definição de metas, antes precisamos passá-las pelo checklist SMART, uma série de 5 etapas que servem para validar uma meta.

1. SPECIFIC (ESPECÍFICA)

Defina claramente as expectativas de sucesso

Exatamente o que você deseja alcançar em seu negócio ou vida pessoal? Uma boa declaração de objetivo explica o quê, por que, quem, onde e quando. Se a sua declaração de objetivo for vaga, será difícil de conseguir alcançar a meta porque será difícil definir o sucesso.

2. MEASURABLE (MENSURÁVEL)

Quantifique seu objetivo para saber quando você vai conquistá-lo.

Você deve ser capaz de acompanhar o progresso e medir o resultado do seu objetivo. Uma boa definição de objetivos responde à pergunta: quanto ou quantos. Como vou saber quando atingi meu objetivo? É preciso tangibilizar isso. Para quem acha que algumas coisas são impossíveis de serem tangibilizadas, conheça o indicador-chave de desempenho baseado no “aperto de mão”.

3. ACHIEVABLE (ATINGÍVEL)

Defina caminhos reais de serem alcançados para seus objetivos

O seu objetivo é atingível? Você deve pesar o esforço, o tempo e outros custos que sua meta terá em relação aos lucros e às outras obrigações e prioridades que você tem na vida.

Se você não tem tempo, dinheiro ou talento para atingir um determinado objetivo, certamente fracassará nele. Isso não significa que você não pode pegar algo que parece impossível e fazer isso acontecer planejando de forma inteligente e indo em frente!

Um dica importante nessa etapa é não criar metas da cabeça, que depois serão impossíveis de serem atingidas. Normalmente, gestores tendem a inflar metas impossíveis de serem alcançadas e por isso, inevitavelmente são fadadas ao fracasso. Para ser o melhor no segmento, antes é preciso melhorar a performance interna considerando algumas variáveis internas. Tenho “perna”? Antes de chegar ao topo, é preciso subir os degraus e muitas empresas muitas vezes esquecem deles. Não existe um caminho direto simplesmente porque a todo momento aparecem os problemas de ordem externa, que são impossíveis de controlar, por isso, vale o bom senso.

4. REALISTIC (REALISTA)

Devem ser restritas à realidade do negócio.

Certifique-se de que as ações que você precisa realizar para atingir sua meta sejam coisas que estão sob seu controle. Sua meta é alcançável? Você definiu a meta a partir de pesquisa ou de acordo com sua atual condição de crescimento? Seu objetivo é relevante para você/seu negócio?  Aqui não vale querer ser o melhor atleta do mundo de um dia para o outro se nunca nem pisou numa pista de corrida. Deve-se ter constância. A dica é começar humilde, sempre, tentando metas ousadas, mas que ao mesmo tempo possam ser reais.

5. TIME-BOUND (TER UM TEMPO LIMITE)

Especifique seu prazo com a data limite para atingir seus objetivo

Os objetivos devem ter um prazo. Quando alcançará seu objetivo? Sem limites de tempo, é fácil colocar os objetivos fora e deixá-los falhar. Assim como um prazo, é uma boa ideia definir alguns períodos intermediários de curto prazo para ajudá-lo a avaliar o progresso e assim, permitir uma ação de mudança caso exista alguma ameaça que possa prejudicar o cumprimento da meta. E nada de deixá-la aberta.

Passando as metas pelo checklist SMART, tomamos decisões mais assertivas e seguras para a vida e os negócios. E você, conhece outra metodologia que auxilia na definição e validação das metas?

Design Sprint: Agilizando projetos digitais em 5 dias

Imagine conhecer a reação dos clientes antes de investir tempo e dinheiro na construção e no desenvolvimento de um produto. Essa é a proposta do método Sprint, criado pelo ex-funcionário do Google Jake Knapp para desenvolver e testar ideias em apenas 5 dias.

Jake Knapp testou centenas de sprints em diferentes startups pelo mundo e com o livro “Sprint – o Método Usado no Google para testar e aplicar novas ideias em apenas cinco dias”, o designer popularizou sua técnica nos últimos anos, tornando-a acessível a qualquer projeto digital disposto a evoluir sua maturação começando sem medo de errar.

Como funciona o Design Sprint?

Cada sprint inicia-se com um grande desafio, dividindo equipe de aproximadamente 7 pessoas e uma agenda sem compromissos.

SPRINT 1 – ENTENDER/DEFINIR (SEGUNDA-FEIRA)

Mapeando o problema e escolhendo um alvo específico.

Nesta etapa também se estabelece os objetivos de longo prazo, focando no que realmente importa para o negócio.

SPRINT 2 – DIVERGIR/ESBOÇAR (TERÇA-FEIRA)

Pensando em soluções para o problema.

Em vez do polêmico brainstorm em equipe no qual muitas ideias morrem por serem barradas, cada membro trabalha sozinho para esboçar soluções competitivas detalhadas, desde que sejam tangíveis.

SPRINT 3 – DECIDIR (QUARTA-FEIRA)

Escolhendo as melhores soluções.

Em vez de debates que não chegam a conclusões, a ideia aqui é usar um processo estruturado no qual seja possível a tomada assertiva de decisões por meio de um processo colaborativo de ideias.

SPRINT 4 – PROTOTIPAR (QUINTA-FEIRA)

Mão na massa.

É hora de construir protótipos realistas. Por conta do pouco tempo, eles devem ser apenas a cara do produto final. Para isso, softwares como InVision podem ajudar na construção de aplicativos ou sites, por exemplo.

SPRINT 5 – TESTAR/VALIDAR (SEXTA-FEIRA)

Chegou a hora de testar os protótipos! Realizando entrevistas individuais com cinco clientes será possível encontrar padrões óbvios e identificar que algumas soluções poderão funcionar, enquanto outras não. De toda forma, o próximo ponto de partida já será mais claro. 

Note: O resultado do Design Sprint, portanto, não é o resultado em si, mas o que você vai fazer a partir dali. Reuna alinhamentos, feedbacks, pesquisas e a análise as soluções para tocar o projeto sem se prender ao processo.

Google Design Sprint – APP Memrise

Assista aos destaques do Google Design Sprint veiculado pela equipe Memrise de Londres, UK, No vídeo, a equipe conversa com os profissionais do Google Design Sprint para criar um protótipo para a experiência de aprendizado de idiomas do aplicativo Memrise

Afinal, quais os benefícios do Design Sprint?

Podemos listar algumas das vantagens em se desenvolver um projeto digital com Design Sprint, como:

  • Testar uma ideia em apenas uma semana;
  • Reduzir o risco de falhas;
  • Aumentar o ganho de eficiência e alinhar a equipe;
  • Estabelecer um processo inicial ou define a direção para um novo esforço.

Design Sprint: como começar?

Definido o desafio e a equipe multidisciplinar, é preciso reservar o tempo para o projeto, com imersão e agendas bloqueadas. Também é importante definir um facilitador para o Design Sprint, a fim de liderar a reunião, sintetizar as discussões e fazer andar o projeto.

Evite distrações: laptops, telefones, ipads, comunicadores…

Utilize: temporizador, post-its, papéis, quadros brancos e pincéis.

O Design Sprint é para todo tipo de projeto digital?

Definitivamente não. Se sua equipe está desenvolvendo um novo produto e os objetivos e soluções já são claros para a empresa, talvez o Design Sprint não seja aplicável. Mais do que prática, o Design Sprint propõe a fase a descoberta, ou seja, se sua ideia de negócio anda precisa de algo mais tátil eou se está ainda confuso na sua definição e escopo, o Design Sprint pode ajudar.

E você, já aplicou o Design Sprint? Quais foram suas experiências? 

Curso – Social Ads e Performance

Está cada vez mais difícil para as organizações atingirem seus fãs e seguidores através do alcance orgânico, principalmente quando novos veículos de mídia surgem no mercado segmentando cada vez mais o target com potenciais recursos nos diferentes pontos de contato com a marca. Diante da demanda recorrente do mercado em otimizar a verba de investimento em social ads e extrair dados relevantes a partir das interações, ministrei o Curso – Social Ads e Performance” pela Wis Educação em Vitória, ES. O curso, que faz parte do módulo “Gestão de mídias sociais”, teve por objetivo capacitar profissionais da área de (publicidade, design, marketing e jornalismo) e empresários a planejar suas campanhas de mídia paga com foco em estratégia e performance, que vai desde o design até as boas práticas, configurando anúncios nas principais plataformas sociais utilizadas, como Facebook e Instagram. Você pode conferir aqui todos os cursos disponíveis na Wis Educação.

Curso – Social Ads e Performance –  09 de fevereiro de 2018

Curso – Social Ads e Performance –  12 e 18 de dezembro de 2018

Curso – Social Ads e Performance –  15 de dezembro de 2018

social-ads-marcos-rezende

Curso – Social Ads e Performance –  08 e 14 de agosto de 2018

social-ads-wis-educacao-marcos-rezendeCurso – Social Ads e Performance –  31 de julho de 2018

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Curso – Social Ads e Performance –  26 de abril de 2018

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Curso – Social Ads e Performance –  18 de abril de 2018

marcos-rezende-wis-educacao-social-ads-vitoria-es

Curso – Social Ads e Performance –  19 de março de 2018

social-ads-marcosrezende

Curso – Social Ads e Performance –  7 de fevereiro de 2018

marcos-rezende-wis-educacao-facebook-ads

Curso – Social Ads e Performance – 16 de dezembro de 2017

Curso – Social Ads e Performance –  4 de dezembro de 2017

Social Ads - Wis EducaçãoCurso – Social Ads e Performance – 5 de outubro de 2017

Social Ads e Performance - Wis - Marcos Rezende

Curso – Social Ads e Performance –  19 de setembro de 2017

Social Ads e Performance - Marcos Rezende - Wis Educação

Curso – Social Ads e Performance –  19 de agosto de 2017

social-ads-midia-performance-marcos-rezende-wis-2017

Curso – Social Ads e Performance –  28 de março de 2017

social-ads-midia-performance-wis-turma-marco-2017

Curso – Social Ads e Performance –  18 de março de 2017

Projeto “Mindfulness Day”

Para lidar com as pressões diárias no ambiente de trabalho e reduzir medidas paliativas (como remédios ou a tratamentos mais caros), Implementei em 2018 na agência Danza o projeto #MindfulnessDay

Foi possível iniciar o programa semanalmente para até 5 funcionários em sistema de agendamento, que utilizavam 15 minutos para se dedicarem à atenção plena.
Em uma sala de descanso, disponibilizamos uma bacia com água quente para descanso dos pés, cadeira e um áudio-guia com a meditação, que estimulava o relaxamento e a concentração no momento presente.

Benefícios do Mindfulness Day para a empresa:

  • Maior maior produtividade;
  • Redução do stress;
  • Melhora na saúde mental dos funcionários.

Segundo matéria divulgada na Forbes, o mindfulness traz inúmeros benefícios para o ambiente de trabalho. A técnica de meditação já está sendo aplicada em empresas como Marc Benioff (CEO da Salesforce) e Jack Dorsey (fundador do Twitter e Square), trazendo muito benefícios para a memória. No Brasil, o Google foi um dos pioneiros.

Em estudo de Harvard, publicado em 2010, todo o tempo que permanecemos acordados, quase a metade dele (47%) é gasto com a mente no dispersa. Isso, ao longo de um dia, não só prejudica o trabalho, como também pode deixar as pessoas infelizes. É esse comportamento que a técnica mindfulness pretende combater.

Charity Bryant, professora treinada em Redução do Stress Baseada na Consciência pelo Centro de Atenção Plena na Medicina, Cuidados de Saúde e Sociedade da UMASS Medical School tem treinado pais, professores e estudantes de todas as idades. Sua empresa de educação consciente, Rest in Breath, tem servido a empresas como Scotiabank, Capital One, Lantic Sugar e várias escolas de Montreal – Canadá. Charity explica em sua apresentação do TEDxMontrealWomen a importância do Mindfulness:



A intenção do projeto #MindfulnessDay foi então desenvolver a capacidade de prestar mais atenção ao momento presente, o que acaba estimulando o ganho de produtividade corporativa, principalmente para a agência, que depende a mente criativa boa parte do tempo.

Estratégias de UX

No artigo de hoje vamos falar sobre algumas estratégias básicas de UX usadas em inícios de projeto. Antes de botar a mão na massa desenvolvendo protótipos, sitemaps e wireframes, é preciso levantar questões em relação ao produto. O máximo possível. Por isso, nada melhor do que conhecer o universo envolvendo a experiência do usuário, pois é ele quem está no centro de tudo. Por isso, o objetivo do UX – User Experience é trabalhar para facilitar e tornar agradável a interação e o contato do usuário com sua marca por meio de seus produtos ou serviços, seja por elementos de visão, interação ou até mesmo de usabilidade, antes contudo, compreendendo todas as variáveis como desejos, emoções, usabilidade e experiência de uma pessoa com um produto.

Em muitos projetos, a etapa de UX é desconsiderada. Por muitas vezes as empresas “preverem” comportamentos ou ações de seus clientes sem estudo, pesquisa ou teste, apenas por feeling ou por não conhecer a utilizado e o valor do processo para o seu negócio. É preciso entender mais sobre pessoas e por isso, para se trabalhar com UX, devemos criar um checklist, iniciando com um processo para organizar o fluxo de ideias, já que existem diversas áreas de conhecimento se relacionando a todo momento dentro de um projeto, especialmente envolvendo User Experience Design. Assim, podemos trabalhar com 4 etapas:

1º COLETAR PROBLEMAS > 2º IDEIAS PARA SOLUÇÕES > 3º SEGMENTAR PRIORIDADES > 4º TRABALHAR NA IDEIA

 

UX DIAGRAM

Diagrama de UX

Kanban Board

Para organizar as ideias, existem diferentes técnicas que podem ser utilizadas em um projeto de UX e uma delas é o Kanban (Sinalização Visual). Existem diferentes apps e softwares que utilizam esta técnica (como o Trello), mas também o quadro e seus post-its são muito utilizados em salas estratégias nas quais as decisões principais são tomadas em conjunto, principalmente no início de um projeto digital, incluindo ux design.

kanbanboard

Kanban Board

Outra ferramenta que utiliza o Kaban em uma visão holística é a 360º View. Com ela é possível responder a dúvidas frequentes do negócio com um todo.

Diagrama 360º view

ux-diagrama-360-view

Negócios, Vendas e Marketing

  • Quais as metas do negócio?
  • O que é lucrativo?

Design e Pesquisa

  • O que as pessoas precisam?
  • O que é útil e agradável?

Tecnologia

  • O que é possível?
  • Que funcionalidades podem ser construídas agora ou depois?

Na interseção entre UX, Negócios e Tecnologia está a oportunidade. Este método 360º view é um dos melhores métodos para analisar as necessidades do usuário. Esse tipo de diagrama pode sofrer alterações por conta de atualização no escopo do projeto.

Proto-persona

Chegou a hora de descobrir quem é o seu usuário, suas necessidades, objetivos, comportamentos (problemas, hobbies, etc) e informações demográficas. Para isso, um exercício muito comum é um brainstorm com um questionário curto entre a equipe de UX para que cada um relate suas suposições e observações sobre seus usuários-alvo e use suas respostas para criar um primeiro rascunho da proto-persona.

Logo depois, deve-se agrupar todas as informações e continuar a fase de esboço. Todas as suposições e dados coletados devem ser anotados,  principalmente sobre como usam seu produto/serviço.

Dê um nome à proto-persona e faça um esboço de como elas podem ser. Isso “humaniza” sua proto-persona: ela cria empatia dentro de sua equipe e as traz à vida de uma maneira que sua equipe pode entender facilmente.

Podem aparecer  diferentes perfis de pessoas usando seu serviço ou interface. Por isso, é possível criar perfis diferentes, definindo proto-personas primárias e secundárias por exemplo. É importante saber, no entanto, que a proto-persona é a versão beta da persona definitiva, que necessariamente precisa ser estudada por meio de entrevistas e levantamento de pesquisas sobre o usuário.

ProtoPersona-ux

ProtoPersona-ux-mural-tool

Exemplo de proto-persona usando ferramenta Mural

Blueprint Strategy

Segundo Fabrício Teixeira, o Blueprint é um mapa que mostra todos os pontos de contato entre consumidor e marca, bem como os processos internos necessários para que essa interação aconteca. É útil para visualizar o caminho que os consumidores percorrem em múltiplos canais, por exemplo (sitte, SAC, e-commerce) e para identificar oportunidades de melhoria.

blueprint-ux-strategy

Blueprint UX Strategy

Na estratégia de Blueprint, precisamos responder a algumas perguntas em diferentes boards. Abaixo, alguns exemplos:

Desafios

Quais problemas você está tentando resolver? Que obstáculos você supera?

Aspirações
Quais são os resultados desejados ideais?
O que você quer alcançar?

Áreas de foco
Qual é o escopo da estratégia?
O que você vai focar para o maior impacto?

Princípios Orientadores
Como vai superar os desafios?
Quais mantras específicos guiarão as equipes?

Atividades
Que tipos de atividades resolvem os problemas?
Quais capacidades alcançam suas aspirações?

Medições
Que tipos de medições você empregará?
Quais métricas serão usadas para obter sucesso?

Blueprint - UX Design

Blueprint Strategy aplicado: considerando as personas, as interações e as emoções ao longo da interação. Fonte: servicedesigntools

Com o modelo estratégico Blueprint de UX, não há risco inicial em experimentar alternativas: cruze itens, mova notas, retrabalhe ideias, amasse e comece de novo. Aqui a estratégia vai ver desenvolvida começando com os desafios e aspirações. Depois disso, definir aonde elas se encaixam. Esta é uma vantagem do blueprint: expõe as dependências na escolha estratégica, permitindo que você veja todos os elementos de uma só vez. Existem várias situações em que você pode usar o Blueprint da estratégia de UX, como briefings ou reuniões de lançamento. Isso ajuda a orientar a discussão e a manter o foco no exercício, já que constrói um painel baseado em um consenso.

Consumer Journey Map

O mapa de jornada do consumidor é um gráfico orientado que descreve a jornada de um usuário representando os diferentes pontos de contato que caracterizam sua interação com o serviço.
Nesse tipo de visualização, a interação é descrita passo a passo, com ênfase em aspectos como o fluxo de informações e os dispositivos físicos envolvidos. Ao mesmo tempo, existe um nível de síntese mais alto: a representação é simplificada através da perda da informação redundante e dos detalhes mais profundos. Nesta etapa, designers podem definir o que motiva e as reais necessitados do consumidor, analisando cada etapa de sua navegação.

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Exemplo de Jornada do Cliente: Aplicativo Pricesmart, por Sam Flores

Entrevistas com stakeholders

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As partes envolvidas no projeto devem passar por um roteiro de entrevistas, de funcionários da empresa a pessoas externas que estão envolvidas com a aprovação do projeto. Aqui entram os tomadores de decisões em diferentes vertentes do negócio. Por serem de áreas diferentes, as ideias podem ser compartilhadas de forma anônima, a fim de garantir idoneidade. Nesse momento, a coleta de insights é fundamental para a definição das metas de sucesso do negócio e da priorização de suas funcionalidades.

A designer Barbara Miotto, baseada no livro Designing for the Digital Age: How to Create Human-Centered Products and Services by Kim Goodwin, criou uma lista básica que compartilhamos a seguir:

*Substitua essas palavras pelos nomes dados ao seu projeto, ao produto, etc. 

Sobre o produto:

  • O que será esse novo produto*?
  • O que te preocupa nesse produto*? Qual a pior coisa que poderia acontecer?
  • Quais são as expectativas de negócios para esse produto*?
  • O que você definiria como sucesso?
  • O que ainda precisamos esclarecer?
  • Quais são nossos maiores concorrentes?

Sobre os usuários:

  • Para quem é esse novo produto*?
  • Que tipo de entrevista com o usuário seria relevante para esse projeto?
  • Quem nós esperamos que sejam os usuários daqui a 5 anos?

Sobre a relação das pessoas com o projeto:

  • Qual o seu papel nesse projeto?
  • Eu irei conversar com [pessoa 1]*, [pessoa 2]* e [pessoa 3]*. Existe mais alguém com quem eu deveria falar?

Perguntas aos stakeholders de Marketing:

  • Quem são os seus clientes de hoje e como poderiam ser diferentes daqui 5 anos?
  • Como esse produto se encaixa no portfólio de produtos da empresa?
  • Quais são os maiores concorrentes da [Marca]*? Quais são os pontos de preocupação da empresa em relação a eles?
  • Como você pensa que esse produto poderia ser diferenciado?
  • O que você pensa da identidade atual da empresa* e como ela influencia nesse projeto?

Informações práticas:

  • O que já foi definido sobre o projeto*? Quem definiu?
  • Quais os requerimentos para este projeto*?
  • Quais decisões técnicas foram tomadas?
  • Quando essa nova versão será lançada?

 

Existem inúmeras técnicas para implementação estratégia de ux e estas são apenas algumas delas.

Você utiliza uma outra em especial? Compartilhe com a gente!

Curso – Métricas de Marketing Digital

Como definir as métricas de marketing digital e aplicar em seu negócio para aferir efetivamente os resultados?

O curso “Métricas de Marketing Digital” faz parte do programa Marketing Digital Completo, oferecido pela Wis Educação. de Vitória, ES. No curso, falamos do Digital Analytics, entender as características e interpretações dos termos relacionados, trabalhar com indicadores-chave de desempenho para cada tipo de objetivo, compreender o processo de análise e otimização dos resultados através dos dados coletados e das principais ferramentas de mercado, além de discutir as melhores práticas de mercado em diferentes segmentos. Confira aqui todos os cursos disponíveis na Wis Educação.

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Curso “Métricas de Marketing Digital”, realizado no dia 20 de fevereiro de 2018 – Wis Educação
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Curso “Métricas de Marketing Digital”, realizado no dia 26 de outubro de 2017 – Wis Educação

Métricas de Marketing Digital - Wis - Marcos Rezende

Curso “Métricas de Marketing Digital”, realizado no dia 23 de setembro de 2017 – Wis Educação

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Curso “Métricas de Marketing Digital”, realizado no dia 15 de setembro de 2016 – Wis Educação

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Curso “Métricas de Marketing Digital”, realizado no dia 7 de julho de 2016 – Wis Educação

Curso – BI e Métricas de Marketing Digital

Acompanhar os resultado no meio digital, além de rentabilizar a empresa, permite capacitar os profissionais envolvidos a tomarem decisões mais assertivas e inteligentes em seus negócios. No curso de BI e Métricas de Marketing Digital da WIS Educação focamos em quem tem intenção de começar a implementar e compreender os indicadores de seus negócios, sendo cliente final, agência ou anunciante. A ideia é dar uma compreensão abrangente de como funciona o trabalho de inteligência de negócios, permitindo abrir o caminho para esse novo campo de estudo por meio de um programa de estudos focado nos principais conceitos de marketing digital, nas boas práticas, nas possibilidades de geração de relatórios de performance e nas ferramentas ideais para cada tipo de trabalho.

Curso – BI e Métricas de Marketing Digital –  Turma 2 (19 e 20 de fevereiro de 2019)

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Curso – BI e Métricas de Marketing Digital –  Turma 1 (19 e 23 de junho de 2018)

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Curso – BI e Métricas de Marketing Digital –  Turma 1 (14 e 20 de junho de 2018)